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Resenha: "Private: Suspeito nº 1", de James Patterson e Maxine Paetro @editoraarqueiro @JP_Books

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Private - Suspeito nº 1"Private: Suspeito nº1" (Jack Morgan #2)
Título Original: "Private: #1 suspect " (Jack Morgan #2)
Autor: James Patterson e Maxine Paetro
Tradutor: Fernanda Abreu
Editora: Arqueiro / Little Brown and Company
Lançamento: 2013 / 2012
224 / 432 pág.s
*Adicione no Skoob / GoodReads
Onde Comprar: Opção 1 - Opção 2 - Opção 3

"A melhor agência de investigações do mundo enfrenta uma grande crise. Jack Morgan é dono da Private, uma renomada agência de investigações que tem entre seus clientes algumas das pessoas mais ricas e poderosas do mundo. Ao voltar para casa de uma viagem de negócios, ele encontra a ex-namorada morta em sua cama, com um tiro à queima-roupa. Para a polícia, Jack é o principal suspeito.
Os agentes trabalham sem descanso
A equipe de investigadores, técnicos e cientistas da Private está às voltas com o caso de um jovem astro de cinema, acusado de estuprar uma menor de idade. Ao mesmo tempo é acionada pela dona de uma rede de hotéis para investigar um misterioso assassinato em um de seus estabelecimentos. Além disso, um mafioso de Los Angeles precisa de ajuda e decide que é hora de cobrar um favor de Jack.
Resta pouco tempo para salvar a Private
Depois que Jack é preso, fica ainda mais difícil provar sua inocência e logo vários clientes começam a desistir dos serviços da agência. Para evitar a ruína total, Jack precisa enfrentar um inimigo que parece conhecê-lo melhor do que ninguém. E o perigo pode estar mais perto do que ele imagina."


"Eu tivera um relacionamento pessoal com a vítima.
Ninguém havia arrombado minha casa.
A vítima estava na minha cama.
Aquilo era o que órgãos de segurança pública gostavam de chamar de caso fechado.Em volta de mim."(pág. 19)

Olá pessoal, tudo bom?A resenha de hoje é de mais um livro do James Patterson e um co-escritor, é o segundo volume da série Private, sim, segundo, o das Olimpíadas, que muita gente confundiu ser o segundo, além de ser co-escrito pelo Mark Sullivan e não pela Maxine Paetro se passa em Londres.Mas voltemos, a história se passa em Las Vegas e Los Angeles, é escrito em 1ª e 3ª pessoa, alternando na visão de Jack(o dono da agência Private) e um observador.

"Com exceção dos aterros sanitários, quartos de hotel são o pior lugar do mundo para se recolher indícios forenses.Mesmo nos estabelecimentos cinco estrelas haverá DNA, fibras e impressões digitais de algumas centenas de hóspedes anteriores."(pág. 36)

Uma coisa que eu odiei muito, foi a bendita sinopse contar praticamente metade do livro, quase as 100 primeiras páginas, é muito triste gente, você saber quase tudo o que vai acontecer, sim, eu odeio spoilers, aí você me diz que era só não ter lido, mas eu tenho a mania que muita gente tem, de ler orelha, atrás do livro e etc antes de finalmente começar a leitura, li uma reportagem(não lembro aonde) falando que spoilers aumentam seu interesse pela história, mas esse não é meu caso, detesto de horror spoilers, um dia ainda vou criar uma campanha para extinguí-los, e pessoas que o fazem, por ser um policial, é legal aquilo de você ficar tentando adivinhar o tal assassino e etc, mas nessa história, não sei se fui eu, mas achei que teve muitos nomes confusos, e as resoluções dos crimes não foi uma coisa que no final você fala: óh meu deuzis, não acredito!, não dá aquele ar de quem será?, esqueci alguns nomes e enfim; não achei que foi um super livro, já li policiais e suspenses muuuuuito melhores, achei que foi mal estruturado e não me surpreendeu, mas se você quiser passar um tempo não será ruim, o livro é pequeno e depois da página cem, kkkkkkk, não é cansativo.

"Fiz o que me mandaram, mas estava tomado por vários sentimentos que começavam com a letra D: depressão, desmoralização, degradação."(pág. 103)

Um coisa que aparece no livro é: será que Jack é realmente o assassino?E como diz na sinopse ele vai preso, mas e se ele for inocente?Aí aparece o assunto na minha cabeça: quanta gente presa, ocupando lugar na prisão e gastando dinheiro público; uma vez numa aula de redação o professor sugeriu a ideia de que cada "crime"deveria ser tratado de um modo diferente, um homem que não pagou pensão por que não tem dinheiro suficiente para sobreviver deveria ser tratado diferente de um assassino ou ladrão, deveria ter trabalho nas penitenciárias e não ficar sem fazer nada, pois como diz o ditado: mente vazia, oficina do diabo, enfim...
A diagramação é simples e igual os outros livros da série e da editora, edição em brochura e páginas amarelas, a capa tem a placa da agência Private e é "igual" a edição original.

"Mas o único sentimento que eu  não me lembrava de ter experimentado em momento algum era essa falta total de esperança."(pág. 104)

PLAYLIST:

 Os Autores:

Foto -James Patterson
James Patterson é hoje um dos autores mais vendidos no mundo inteiro. Seu livro de estréia The Thomas Berrynan Number ganhou o Edgar Award de melhor romance policial. Foi publicado em 1976, depois de recusado por mais de 20 editores. O autor iniciou então uma série de best-sellers, incluindo os seis livros com o personagem Alex Cross, um detetive-psicólogo. Antes de se tornar um escritor em tempo integral, Patterson trabalhou na área de Publicidade por muitos anos,. Foi presidente da J. Walter Thompson, North America, de 1990 a 1996. Estudou no Manhattan College e depois na Vanderbilt University. Vive atualmente em Palm Beach, Flórida, com a mulher e o filho.

Maxine Paetro é romancista e jornalista.Mora com o marido em Nova York.

Resenha: "O Menino da Mala", de Lene Kaaberbol e Agnete Friis @kaaberboel @editoraarqueiro

terça-feira, 13 de agosto de 2013

O Menino da Mala"O Menino da Mala"(Nina Borg #1)
Título Original: "The Boy in the Suitcase"
Autor: Lene Kaaberbol e Agnete Friis
Tradutor: Marcelo Mendes
Editora: Arqueiro / Soho Crime
Lançamento: 2013 /2011
256 / 313 pág.s
*Adicione no Skoob / GoodReads
Onde Comprar: Opção 1 - Opção 2 - Opção 3

" 'Você adora salvar as pessoas, não é? Bem, aqui está a sua chance.' Mesmo sem entender o que sua amiga Karin quer dizer com isso, Nina atende seu pedido e vai até a estação ferroviária de Copenhague buscar uma mala no guarda-volumes. Dentro, encontra um menino de 3 anos nu e dopado, mas vivo.
Chocada, Nina mal tem tempo de pensar no que fazer, pois um brutamontes furioso aparece atrás do garoto. Será que ela está diante de um caso de tráfico de crianças? Sem saber se deve confiar na polícia, ela foge com o menino e vai à procura de Karin, a única que pode esclarecer aquele absurdo.
Quando descobre que a amiga foi brutalmente assassinada, Nina se dá conta de que sua vida está ameaçada e que o garoto também precisa ser salvo. Mas, para isso, é necessário descobrir quem ele é, de onde veio e por que está sendo caçado.
Neste primeiro livro da série da enfermeira Nina Borg, vendido para 27 países, as autoras Lene Kaaberbøl e Agnete Friis apresentam uma heroína que luta contra seus demônios e busca fazer justiça em meio à crueldade e à indiferença do mundo."


 "EMPURRANDO A PORTA DE VIDRO com os quadris e arrastando a mala atrás de si, ela desceu a escada que levava ao estacionamento do subsolo.O suor escorria sob sua camiseta.O interior do prédio não estava muito mais fresco que as ruas abafadas, escaldadas pelo sol, e como se não bastasse o calor, o ambiente se empesteava com o cheiro pútrido de algum hambúrguer descartado numa lixeira qualquer."(pág. 05)

Oi gente tudo bom?A resenha de hoje é de um lançamento da Arqueiro, "O Menino da Mala" é outro policial com um pouco de suspense psicológico que te deixa aos nervos em algumas partes, eu esperava bem mais do livro, ele não é ruim, mas eu pensei que seria um super thriller, o livro foi escrito por duas autoras, cada capítulo é sobre determinado personagem e com o decorrer da história os caminhos vão se cruzando, Nina Borg é uma enfermeira na Dinamarca que sempre está ajudando estrangeiros necessitados de saúde.

"Havia milhares de outros canalhas iguais.Não exatamente iguais, mas canalhas que rondavam suas presas feito tubarões à espera do momento certo para explorar o desespero e vulnerabilidade das mulheres expatriadas e cravar os dentes nas carnes delas."(pág. 23)

Além da Dinamarca o livro tem como cenário a Lituânia também, onde as autoras dão um toque de como é a situação no país e na Dinamarca também, ás vezes eles citam algumas palavras em lituano no começo da frase e é uma característica que também tem em outros livros(palavras na língua original).Como o assunto da trama temos vários: prostituição, tráfico de crianças e adultos, estrangeirismo(xenofobia), etc; posso dizer que neste livro fiquei curioso durante a leitura para ver como seria a resolução dos crimes e saber as verdades, mas me decepcionou um pouco.

"-Você adora salvar as pessoas, não é? - indagou Karin com uma pitada de sarcasmo. - Bem, aqui está a sua chance.Mas vai ter que se apressar."(pág. 30)

Eu achei que a Nina iria ter mais trabalho e mais dificuldade, e portanto se mostrar uma ótima investigadora, mas seu papel foi mais humano e de decisão e força de vontade em ajudar, como é o que ela faz na "clínica clandestina" onde ajuda os estrangeiros, um detalhe que me deixa morrendo de aflição ao ler policiais é quando tem criança no meio, adulto tem que sofrer mesmo kkkkk não, aquele ser indefeso, nesse caso de apenas três anos, é ficção mas mesmo assim muito tenso.
O livro é no formato brochura tradicional da Arqueiro, fonte boa, páginas amarelas e diagramação sem muitos detalhes, a capa achei que ficou super legal, os detalhes da fita e da mala, e até o kit que a editora enviou(foto acima), mas na leitura descobri que a mala da história é de outra cor: marrom(se não me engano) com um rasgo verde, e aí fiquei ¢_¢, mas fazer o que né?Recomendo a leitura, tanto para se divertir com um pouco de tensão policial quanto para tentar ficar imaginando os mil jeitos de como será o final dessa história!Vale a pena!Linguagem fácil e rápida...

"Tudo isso poderia acontecer desde que ela se permitisse acreditar naquilo em que o resto do mundo parecia acreditar tão cegamente: que a Dinamarca era um porto seguro para aquela gente tão sofrida que chegava ao país."(pág. 164)

PLAYLIST:

-"Excuse my Rude", Jessie J feat. Becky G OUÇA AQUI!
-"Stay", Sara Baireilles OUÇA AQUI! 

"Não sabia quase nada a respeito da Lituânia, e quando se pensava no país, as imagens que lhe vinham à cabeça não eram exatamente as mais solares: os prédios severos do período soviético, as prisões infestadas de tuberculose, a máfia violenta.Não lhe ocorria que por lá também houvesse escolas maternais."(pág. 191) 

Agnete Friis é jornalista e escritora infantojuvenil. Lene Kaaberbøl já publicou mais de trinta títulos e vendeu mais de dois milhões de livros como autora de fantasia, ganhando prêmios nacionais e internacionais - See more at: http://www.editoraarqueiro.com.br/autores/ver/66#sthash.70FMhWY6.dpuf
As autoras:

Lene Kaaberbøl e Agnete Friis
Agnete Friis é jornalista e escritora infantojuvenil.
Lene Kaaberbol já publicou mais de trinta títulos e vendeu mais de dois milhões de livros como autora de fantasia, ganhando prêmios nacionais e internacionais.

Espero que tenham gostado, comentem!!!
 
Agnete Friis é jornalista e escritora infantojuvenil. Lene Kaaberbøl já publicou mais de trinta títulos e vendeu mais de dois milhões de livros como autora de fantasia, ganhando prêmios nacionais e internacionais - See more at: http://www.editoraarqueiro.com.br/autores/ver/66#sthash.70FMhWY6.dpuf
Agnete Friis é jornalista e escritora infantojuvenil. Lene Kaaberbøl já publicou mais de trinta títulos e vendeu mais de dois milhões de livros como autora de fantasia, ganhando prêmios nacionais e internacionais - See more at: http://www.editoraarqueiro.com.br/autores/ver/66#sthash.70FMhWY6.dpuf
Agnete Friis é jornalista e escritora infantojuvenil. Lene Kaaberbøl já publicou mais de trinta títulos e vendeu mais de dois milhões de livros como autora de fantasia, ganhando prêmios nacionais e internacionais - See more at: http://www.editoraarqueiro.com.br/autores/ver/66#sthash.70FMhWY6.dpuf

Resenha: "Private: Missão Jogos Olímpicos", @JP_Books @MarkSullivanBks

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Private - Missão Jogos Olímpicos"Private: Missão Jogos Olímpicos" (Private #3)
Título Original: "Private Games" (Private Series #3)
Autor: James Patterson e Mark Sullivan
Tradutor: Fernanda Abreu
Editora: Arqueiro/Little, Brown and Company
249 pág.s
Lançamento: 2012/2012
*Adicione no skoob
Onde Comprar: Opção 1 - Opção 2

"Declaro abertos os Jogos Olímpicos de Londres de 2012!
A Private Londres, filial da maior agência de investigações do mundo, está trabalhando com o Comitê Organizador das Olimpíadas para garantir a segurança da competição. Tudo estava correndo bem até que, na véspera da cerimônia de abertura, Sir Denton Marshall, um figurão do comitê, é brutalmente assassinado em sua casa.
Um psicopata com sede de vingança pode pôr tudo a perder.
Horas depois, a jornalista Karen Pope recebe um envelope contendo um cartão musical e uma carta assinada por um homem que se intitula Cronos. Ele assume a autoria do crime e diz que o pesadelo está apenas começando. Sua intenção é purificar os Jogos Olímpicos, manchados por mentiras e corrupção.
Milhares de vidas estão em risco
Peter Knight, líder da Private Londres, logo percebe que Cronos não vai desistir até acabar de vez com o maior evento esportivo do mundo. Numa caçada implacável, a Private e a polícia de Londres tentam deter esse gênio do crime que parece saber mais do que deveria."


"Existem super-homens e super-mulheres caminhando pela Terra.
Estou falando sério e pode levar o que eu digo ao pé da letra.Jesus Cristo, por exemplo, foi um super-homem espiritual, assim como Martinho Lutero e Gandhi.Júlio César também foi sobre-humano.O mesmo vale para Gêngis Khan, Thomas Jefferson, Abraham Lincoln e Adolf Hitler."(pág. 10)

Olá pessoal, tudo bom?A resenha de hoje é do terceiro livro da série Private, nesse volume a história se passa durante os jogos olímpicos de Londres em 2012(ano passado), onde um misterioso assassino quer acabar com os jogos e mostrar toda a corrupção mascarada por trás deles... 
"Se quiser matar monstros, você precisa aprender a pensar como eles."(pág. 32)

Eu gostei do livro apesar de esperar um pouco mais, o assassino tem toda uma mitologia ao seu redor e é todo insano, achei super legal a mistura da mitologia grega com os jogos antigos e atuais.O livro é escrito sob perspectiva de vários personagens, em cada capítulo um.O livro foi lançado ano passado, apesar de ter lido esse ano, fico pensando como é legal ler durante o momento que está acontecendo e ter essa tensão de será que a qualquer momento surge um ser que decide ser um criminoso?
Um ponto durante a leitura e que já aconteceu em outros livros, é como é tenso quando têm crianças envolvidas, acho que quando são somentes adultos ou pré-adultos a leitura não é tão nos nervos quando se tem criança. 






"Sorriu ao pensar que os atos que iria cometer nessa noite lhe garantiriam um novo sonho por muitos anos, algo para celebrar no escuro, algo a que se agarrar nos momentos difíceis."(pág. 112)


Alguns acontecimentos do livro eu acho que não seriam desse jeito se fosse na realidade, tá, é tudo diferente, mas durante a leitura todo mundo(ou quase) fica imaginando se fosse na realidade; outra questão que vem á tona quando se lê um do livro do James Patterson é o seu sistema de produção de escrita, fico imaginando como é compartilhar um sentimento ao escrever, li uma vez que ele escreve os principais tópicos e acontecimentos e o seu "colaborador" vai redigindo o resto, queria entender mais sobre esse modo de escrita, é apenas mais um livro para vender?É o quarto livro do James Patterson que leio, apesar de o livro ser bom para passar um tempo e se você gosta de policial ser bem interessante de ler, eu em minha simples opinião acho que não é toda essa propaganda que fazem, como disse não é ruim, mas não é aquele livro super master 5 estrelas...

"Eu não pedi isso, mas agora me tornei parte da loucura deles, do terror que estão criando.Admito que no começo fiquei feliz com o furo.Foi incrível para a minha carreira e tudo mais, só que agora."(pág. 135)

A diagramação é normal, como os outros livros da Arqueiro, capa com verniz brilhante, e relevo no título, gostei da ilustração que tem de Londres, e os livros lançados até agora tem a placa da Private e essa fonte para manterem o estilo dos livros da série...

"-Para vocês, Deuses do Olimpo.É em seu nome que faço tudo isso!"(pág. 242)

PLAYLIST
-"Tear in Heaven", Eric Clapton OUÇA/ASSISTA AQUI!
"Let it Be", Beatles OUÇA AQUI!
"Víbora", Tulipa Ruiz OUÇA AQUI! 

O AUTOR:
Foto -James Patterson 
James Patterson é hoje um dos autores mais vendidos no mundo inteiro. Seu livro de estréia The Thomas Berrynan Number ganhou o Edgar Award de melhor romance policial. Foi publicado em 1976, depois de recusado por mais de 20 editores. O autor iniciou então uma série de best-sellers, incluindo os seis livros com o personagem Alex Cross, um detetive-psicólogo. Antes de se tornar um escritor em tempo integral, Patterson trabalhou na área de Publicidade por muitos anos,. Foi presidente da J. Walter Thompson, North America, de 1990 a 1996. Estudou no Manhattan College e depois na Vanderbilt University. Vive atualmente em Palm Beach, Flórida, com a mulher e o filho.

 Ouutras capas:



Private Games



Private Londres
Private Games

É isso aí pessoal, espero que tenham gostado e comentem o que acharam!

Resenha: "4 de Julho", de James Patterson

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

4 de Julho 4 de Julho
Autor: James Patterson e Maxine Paetro
207 pág.s
Editora: Arqueiro
Tradutor: Marcelo Mendes
Lançamento: 2011
*Adicione no skoob
Onde comprar: Walmart , Submarino , Fnac , Cia dos Livros , Buscapé
"Lindsay Boxer é uma policial exemplar. Chefe do Departamento de Homicídios da Polícia de São Francisco, a tenente recebeu várias medalhas e menções honrosas durante seus 10 anos de serviço. Ao fim de um cansativo dia de trabalho, Lindsay se encontra com Claire Washburn e Cindy Thomas num bar. As três amigas compõem o Clube das Mulheres contra o Crime, grupo que tenta solucionar os casos ocorridos na cidade. Após alguns drinques, a tenente recebe uma ligação do inspetor Warren Jacobi. Ele acaba de localizar um veículo suspeito, visto na cena de um crime. Em poucos minutos Lindsay está no carro de Jacobi, cruzando a cidade na cola de um Mercedes preto. Depois de uma longa perseguição, a abordagem policial acaba fugindo do controle. Os dois adolescentes que estavam no carro reagem, descarregando suas armas contra a dupla de policiais. A tenente atira em legítima defesa, mas o resultado é uma menina morta e um garoto tetraplégico. Lindsay é acusada, entre outras coisas, de má conduta profissional e se vê num lugar que nunca imaginaria ocupar: o banco dos réus. Será o fim do Clube das Mulheres contra o Crime? A jovem advogada Yuki Castellano conseguirá provar a inocência da tenente? Enquanto aguarda o julgamento, Lindsay decide passar uma temporada em Half Moon Bay. Mas a pacata cidade vem sendo palco de crimes brutais e a polícia parece não fazer nada. Mesmo de licença e fora de sua jurisdição, a tenente resolve investigar os assassinatos, com a ajuda de Claire e Cindy. Para sua surpresa, ela encontra ligações entre aquelas mortes e um caso ocorrido 10 anos antes, que ainda é uma mancha em sua carreira."

 
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